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O santúario

 Em 1576, foi confiada a companhia de Jesus uma zona pastoral nesta região, a qual a incluía o lugar da Lapa.
Ao verificarem a grande afluência de peregrinos, num local desprovido de todas as  comodidades, os jesuítas começaram por construir uma casa para residência de dois padres que pudessem atender os romeiros desde a primavera até ao Outono e edificaram também algumas instalações para acolhimento dos mesmos.
Em seguida dedicaram-se a construir o actual Santuário, para substituir a pequena capela, conservando a penedia no seu interior, o que lhe confere uma especial originalidade.
A construção do Santuário teve inicio no Século XVI e acabamentos no Século XVII. Azulejos deste Século revestem ainda algumas das paredes interiores.
O interior  do Santuário apresenta-nos vários altares com cenários bíblicos.

 

O colégio

 Ao lado do Santuário, os jesuítas construíram também um grande edifício, ainda hoje denominado “o colégio”.
Construção do século XVII, foi seu impulsionador e arquitecto o Padre António Cordeiro, natural de angra, que aos 17 anos entrou na companhia de Jesus. Foi lente na Universidade de Coimbra e escreveu o livro Loreto Lusitano, que nos fala sobre a história da Lapa.
Segundo o padre António Cordeiro a sua construção explica-se pela necessidade de um edifício onde pudessem habitar mais padres para assistência religiosa aos romeiros e também da necessidade de espaços para dar aulas a alunos que as solicitavam.
O Colégio fechou em 1759 por motivo da expulsão dos jesuítas pelo Marquês de Pombal. Reabriu novamente 1892, fechando definitivamente em 1910.
Em 1994 o novo Reitor do Santuário decidiu proceder ao seu restauro e hoje é utilizado como apoio aos peregrinos.
 
 
Os miradouros são uma espécie de templetes orientados segundo os pontos cardeais servindo de referência onde os grupos, avistada a Lapa, rearvoravam as suas procissões e se dirigiam ao Santuário.
 São conhecidos pelos nomes dos Santos a que foram dedicados ou das terras que serviam.
- A poente, está o miradouro da Senhora da Piedade, ou de Lamego
- A nascente, o miradouro da Senhora da Guia, ou de Trancoso
- A norte, o de S. Tiago, ou de forca
- A sul, o de S. Domingos ou de Aguiar da Beira

 

Capela das peregrinações

Capela particular do Século XVII, originária do local de Quintela, oferecida por um paroquiano devoto de Nossa Senhora da Lapa.
Transladada para o local onde se realizam as grandes celebrações, esta Capela foi dedicada a São Francisco e actualmente conhecida pela Capela da Bouça (Lugar no mato).
Construída  pelos padres jesuítas, oferece generosamente três bicas de água fresca e cristalina para dessendar o peregrino e na sua abundância, continua regando lameiros até se unir a outos fios de água para conjuntamente formar a nascente do rio Vouga.


Nascente do rio Vouga

 Assinalada pelo monumento fálico e pelo , marco deitado da Universidade de Coimbra, é constituída por uma Buraca onde se encontra água borbulhando que se expele por lameiros, que limou, e faz o rio.

 

 A cadeia

A cadeia da Lapa foi um edifício que esteve ao serviço da comunidade desta localidade enquanto esta foi concelho e agora vai passar ao serviço do culto artístico.
Passa a ser um local enriquecido pelas memórias do passado com vestígios de uma história e de uma vivencia comum.
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